Histats
terça-feira, 10 de novembro de 2015
sábado, 7 de novembro de 2015
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
Nossos flamboyants...
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| FOTOS FERNANDA FIGUEIREDO |
A Delonix regia também conhecida por flor-do-paraíso, pau-rosa, flamboyant, flamboaiã , flamboaiã e acácia-rubra, é uma árvore da família das leguminosas (Fabaceae). É nativa da ilha de Madagáscar e da África tropical. "Flamboyant", "flamboiaiã" e "flamboaiã" são oriundos do francês flamboyant.
A planta foi descoberta na Ilha de Madagáscar por um botânico francês em 1824.
Embora esteja ameaçada de extinção no estado selvagem, é muito cultivada pelo seu valor ornamental.
Adaptou-se muito bem em toda a América tropical, sendo muito popularizada nas ilhas do Caribe. No Brasil, é usada na arborização de ruas e praças.
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
Klementinum
Klementinum - Praga.
Eleita pelo Bored Panda como a biblioteca mais bonita do mundo, em Praga, foi construída em 1722 em arquitetura barroca. A Biblioteca klementinum abriga cerca de 20 mil livros e foi por muito tempo considerada como o terceiro maior colégio jesuíta do mundo.
O teto é repleto de afrescos do pintor Jan Hiebl. Em 1775 começaram os primeiros estudos de mudanças climáticas, os quais são registrados de lá até os dias de hoje. A klementinum é destaque em livros do escritor Jorge Luís Borges.
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
Exposição do Miró...
'A Magia De Miró'
A mostra "A Magia De Miró" encerrrou permanência no Brasil. Esteve no Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. A exposição apresentou 69 obras, entre desenhos e gravuras.
"Com curadoria e fotos de Alfredo Melgar, conde de Villamonte, fotógrafo galerista em Paris e amigo de Miró, a mostra exibiu, ainda, 23 fotografias do artista catalão, em preto e branco, que o registram durante o processo de criação.
Joan Miró (1893-1983) é apontado como um dos principais nomes do movimento surrealista. De espírito inquieto, mas muito introvertido, Miró refletiu, em seu trabalho, o impacto da poesia sobre as artes plásticas, construindo um universo onírico, marcado por formas e cores que muitas vezes, pela espontaneidade e extrema liberdade artística, lembram a simplicidade dos desenhos infantis."
Fui registrar esta formidável exposição na Caixa Cultural de Brasília.
sexta-feira, 28 de agosto de 2015
Lago Paranoá livre...
QUEDA DO MURO EM BRASÍLIA. 24/08/15.
Nós, moradores de Brasília,
vivenciamos - hoje- uma grande desocupação da orla do Lago Paranoá, onde
residem os ricos e autoridades do poder local. Ninguém imaginava essa queda do
muro. Ocorreu derrubada de piscinas, saunas, cercas, portões, alambrados, churrasqueiras,
rampas, etc... Uma espera de onze anos. Trata-se de ocupações irregulares de área
públicas sempre proteladas por falta de vontade política de resolver o
imbróglio.
Quando mudei do Rio de Janeiro para Brasília, o que mais me impressionou foi essa falta de acesso à orla do Lago Paranoá. Tratava-se de uma orla privatizada.
Na ocasião, ouvia na voz do cantor Oswaldo Montenegro “Numa tarde quente eu fui me embora de Brasília... Num submarino do lago Paranoá.”
Talvez, possa usar a expressão do Cristovam Buarque: “Apartação”, no seu sentido social, é uma sociedade partida, separando as pessoas por classe. Em outras palavras, é como se os moradores de luxuosas mansões com jardins suspensos, -do lago sul e norte- fossem os donos do lago. Dessa forma, separando os verdadeiros “donos” que é toda comunidade de Brasília.
Por outro lado, para regulamentar a matéria, a Resolução 302/2002 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) estabeleceu como APP a faixa com largura mínima de 30 metros em projeção horizontal, a partir do nível máximo normal dos reservatórios artificiais situados em áreas urbanas consolidadas. Inclusive, o governo local acatou essa diretriz (Decreto 24.499/2004.)
Em determinada época, organizava eventos em barcos (foto abaixo) para usufruir da beleza do lago. Participaram servidores e alguns moradores do entorno, que nunca haviam navegado no lago. Não deixou de ser uma brecha, uma democratização de um espaço público altamente privatizado, frequentado pela elite em seus luxuoso s iates. Acho que é quarta frota náutica do país.
Afora isso, sentia vontade de fotografar o pôr-do-sol de suas margens, mas encontrava muros, mansões deslumbrantes, guaritas, segurança. Existe uma Suíça em pleno entorno das margens do Paranoá. É fato. A única saída para fotografar seria me associar aos clubes, frequentar o Pontão do Lago Sul e alguns outros poucos lugares que me davam acesso, sem muita segurança.
Afora isso, sentia vontade de fotografar o pôr-do-sol de suas margens, mas encontrava muros, mansões deslumbrantes, guaritas, segurança. Existe uma Suíça em pleno entorno das margens do Paranoá. É fato. A única saída para fotografar seria me associar aos clubes, frequentar o Pontão do Lago Sul e alguns outros poucos lugares que me davam acesso, sem muita segurança.
| Adeus, grades! |
quarta-feira, 19 de agosto de 2015
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